Em tempos pirilampejava, ali, para os lados da Vila Morena, um indivíduo alcunhado de caga-lume,
A Branca deu em cagar fininho: uma merda, a coisa ficou preta,
- Estás como a cal, Branca!, Marcamos a colonoscopia?,
No melhor cano cai a nódoa: neo do colon,
Um xis dois, joga em casa,
Trabalha no hospital, na Gastro ainda por baixo, a vida é uma roleta,
Os filhos, logo agora, logo agora desde que nasceram,
- Como vai ser, José António?
- Tudo se resolve, amor.. Vais ver...
- Os miúdos, José António!, Mal por mal, sempre era melhor que fosse contigo...
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