quinta-feira, 7 de março de 2019

Cena # 2040 - A Companheira de Bula...


Já sem os três, abalou o Vitorra com a Luizinha do Caneiro, mais as histórias com ela.
À mesa, ficaram o Choco e o Sesimbra, bom bom era ao tempo das colónias, perfumadas de chocolate negro. Lembra e relembra-me a Domingas, lavadeira e criada para todo o serviço...

As lavadeiras passavam de mão em mão, acabada a comissão,
- Era um privilegiado...
Chefe do depósito de géneros, em Bula, detinha a chave do armazém e comia mais do que os outros: pagava em géneros.

As pipas de azeite provinham de S. Vicente, cada com cem litros. Sem.,
Emprestou a chave ao Girafa, troca de favores: atestou de azeite a garrafa de Cuca. Mais, à sucapa, esburacou uma e outra (,) pipa e introduziu a borrachinha com que extraia o precioso liquido...

- Quando dei por mim...
Tanta nochada deu o animal, a vinte e cinco por Cuca e façam as contas, que voaram trezentos litros do armazém!
- A Companhia mandava vir...

Um por todos e todos pelo Girafa, não te queixes Girafa da companhia.


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