"Dai-me os cansados e os pobres, e os encurralados que anseiam respirar, livres. (...) os
sem-abrigo e os arremessados pelas tempestades. Ergo a tocha, junto à porta dourada."
Os versos de Emma Lazarus, no bronze da estátua, são bem-vindos e premonitórios: o multiculturalismo não pica, mandou Hacker e o WASP ás urtigas.
Vamos por partes.
O problema não é a América dividida: foi-o sempre. Os americanos estão fartos, têm, entre mãos, um duplo problema,
Trump expira autoridade, pisa: crê mesmo que tem o mundo, a seus pés. Hillary repisa embófia, queria tê-los na mão, nada disso: andam aos gambozinos, e os americanos às aranhas, pesa mais o elefante ou o burro.
A metade, não vota na metade. Vota contra(.) a outra metade.
A América, a preto e branco, acabou: é cinzenta,
Vale aos candidatos. Tiveram ambos sorte, o adversário não podia ser melhor:
Pior,
Está o mundo entregue aos bichos: se isto é o sonho americano, venha o diabo que os carregue. Ou S. Pedro, e escolha...,
Vem aí mau tempo.
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