segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Cena # 1057 - Em Cannes, A Cagar Para As Estrelas.

Acordei às seis e quarenta e cinco, a entrar no Golfo de Nampoule e com os gajos por cima, no escuro, a reinar às escondidas,
- Não tenhas medo, Simão., Eu protejo-te!


(Não me) Habituava a isto, o dolce fare niente, comes e bebes e sumo de laranja: é no cu dá...

Onze e quinze, Castelo.
O Vasco quis correr as capelinhas onde Jesus caiu a primeira, a segunda e, à terceira, reçoit l'aide du Simon, pai nosso dá cá um euro para a velinha, faltava esta (:)

Meio-dia e meio dia perdido nestas andanças,
A Croisette, a requintada avenida marítima, do Casinôoou, da Câmara e da camera apontada às estrelas, de cu para o ar e a mão espalmada no empedrado, do Majestic onde a camara não passa da entrada, pois mal,

Passamo-la em passo largo, sob o olhar austero de Monsieur Grimaldi, Seigneur de Cagnes,
O sumo de laranja surtiu efeito e, com efeito, nem chegámos à Plage Macé: foi ali mesmo, a cagarmos para as estrelas e para o auditório,

Cinquenta cêntimos, um euro e meio para a retrete, não  (a)pagou o fedor. A camone, chico-esperta e não é só o tuga a poupar na moeda, nem deixou fechar a porta: já percebeu o que a casa gasta...


Depois?,
Ia eu, à procura da bouillabaisse: acabei no NcCannes, poupa-se nuns lados para gastar nos outros.





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