segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Cena # 1056 - A Tatuagem.

Cannes, vinte e oito.

O Vasco e o Simão espalharam o charme, e o resto, pela cidade. Nada.,
É a segunda vez, e o mesmo filme: nem feio sou o medíocre para ser convidado para os filmes de terror.
Para o ano, entro com o pé direito e fico coxo, também da esquerda.


A bordo, na piscina,
Ele é italianos, franceses e espanhóis. Japonas, por aqui nem vê-los, mesmo com os olhos abertos: e podiam, o cloro não os afeta
Grande coisa: e o tuga da tatuagem...

Cada um come do que gosta, não sei se me excitava fazê-lo com alguém tatuado no braço, Amo-te, Frederico e Até ao fim, António.
O António, lá está, resolveu o problema, ainda no ultramar: pompeia, com orgulho, no antebraço,
        AMO-TE QUERIDA

Não cuida do lado de dormir, e dorme ao lado de quem quer. Dá para todas.

        Conselho aos indecisos,
Os amores de hoje  (não) serão os de amanhã. Podem pôr,
        OBRIGADO, AMOR!

Fica sempre bem: e é pr'ó menino e pr'á menina!




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