quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Cena # 1931 - Apontar o Dedo É Feio.


Foice assim, mataram-me. Correu o boato pela idade que tinha morrido: as finanças não aceitaram.

Assentes os pés em terra, isto aqui está pela hora da morte. Desta, queixam-se os miudos,
Com razão,
Andam no coro. Não são miúdos do coro e a professora apontou lhes o dedo: é feio,
- Vocês (ao Vasco e ao Simão) valem zero!

E para a turma toda,
- Vocês parecem umas múmias!

Desta ri-me, morri-me a rir. Da outra não achei graça nenhuma: apontar o dedo é feio, acho que a vou mandar para o

- Caralho, soubessem cantar e andava cá a pagar-lhe o dinheiro para quê?!




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