domingo, 4 de setembro de 2016

Cena # 1064 - Nu Castelo de Segóvia,


Setembro, três.

Salta à vista, o Alcázar de capitéis ardósia, em bico, de revirar os olhos,
Saltou à vista, as figuras do Simão...

Arrisco dizê-lo, não há tantos castelos como em Castela, daí o nome. E risco, não há muitos castelos por aqui, como o Alcázar de Segóvia: é inevitável a comparação com Neuschwanstein, a cinco séculos de distância.

Pátio das Armas,
O Simão baixou os calções e foi nu que deu: deu uma de exibicionista, desconheço com quem aprendeu a arte, nu deve ser comigo.

Sala dos Reis,
O Vasco fez sala, recusou: voltou a meter o cu no chão, cu não saía, antes assim,
Foi lá que o infante D. Pedro voou pela janela, por descuido da aia que, cuisando do canastro, se atirou com ele.
E que Felipe II se atirou e desposou Ana de Áustria, sua sobrinha. Ficou tudo em família.

Para acabar, mal,
Na Sala de Armas o Simão armou-se aos cucos e investiu contra a armadura.
Abana mas não cai, não cai noutra enquanto lembrar o galo, a dar horas,


Acordámos em Portugal,
Bem cedo, com galo, agarrei no ovo, para fatiar no pão: azar meu, estava cru...
     MÁQUINA DE COZER OVOS
 - 4 minutos, para o ovo à la coque
 - 7 minutos, normal.

É normal: eu é que estou mal, ralhei com o miúdo por causa dos calções e não cuidei,
Se calhar tinha ovo.







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