Paguei o sabonete de
- Pai, existe leite de burro?!
Eu sei, Tomás, não existe.
Para trás mija a burra, na noite anterior sonhei que o Pedro fazia anos: é maluco, mais maluco do que eu, ou julgava-o,
Pois bem, do bolo de aniversário, encimado pela cabeça do pato, vivo, pouco restava, o animal repetiu e lambeu-se por mais, soube a pato, E agora?
- Assamos o bicho!
- Lembras-te do Alice Cooper?,
Era maluco, mais maluco do que eu, julgava-o, mas não tinha sonhos destes.
- Pai, vais comprar sabonete de leite de burro?!
De burra. Ou pelo (a) menos, o burro comora como tal.
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