O Tomás,
Sabes que o megalodonte é um tubarão que come baleias, imagina tu!
E, por isso as há menos, nas praias,
O megalodente,
- Devora um navio, nas canjas!
O Vasco,
- Se são ursos-polares existem na Serra da Estrela!,
Não há ursos em Portugal, rebate o Tomás, pois não, papá?!
Sempre os houve: encontraram ossos no castelo de Palmela, eram apreciados pela sua gordura...
- E agora?
- Mudaram-se para a cidade...
O Simão,
Não sei que raio lhe mordeu, desde que foi à feira e ao Castelo Assombrado, soma pesadelos e mijas na cama.
Estive, vai não fui, para falar do tubarão de duas cabeças, O Mooonstro apanhado nas redes sesimbrenses, e que deu o berro quando o burro do Comando Zebra reivindicou o incêndio à Faculdade de Ciências,
Pois sim,
Lembro-me dos tubarões-martelo-troféus, a fazer o pino, frente ao Hotel Espadarte mas,
Um tubarão de duas cabeças: não custa imaginar que não deixa uma perninha para amostra
E, pela amostra, achei melhor ficar calado...
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