Não há quem não dê à língua nem gente sem telhados de video: tudo se sabe e sabe a pouco e o que não sabe, a gentinha inventa.
Janta de amigos, na Ratoeira, já perceberam o objeto da conversa: isso, o pregado no forno,
Sem espinhas, a outra é que é boa, essa é boa!, pergunta, aí, ao Sebastião que já comeu, tem o sangue na guelra, ela, ele é que Saab, no carrinho e tal, faz e acontece,
Pum,pum, pardais ao ninho: o pardal é que paga,
- Da fama não te livras, Sebastião...
E delas também não, paga o justo pelo pagador de outras coboiadas,
Isso é que era doce!, Boca Doce e Predilecta,
O Sebastião encheu o papo,
- É!, Nesta cidade fazem-se cinquenta mil minetes., Vais ver que sou eu que os faço todos...
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