Enfiei-os na carrinha, os meus, o do outro com os da outra, filho do pai e
Filhos da mãe: os motoqueiros ultrapassaram-me de tal modo que só percebi que a matrícula era branca,
Apanhei-os, afrouxados, a meio quilómetro da portagem, a afinar a marosca: mão esquerda a tapar a matrícula e ei-los a pisgar-se à via verde, é mesmo isso,
É viável: o tempo que passam a escaramuçar quem é quem, Eu sou o Jake!, Pai, ele não quer ser o capitão Gancho..., organizo as tropas e, à vez e às vezes, cobrem a matrícula com um cartaz,
Obrigado!,
Levei os meus, com o do outro e os da outra, filhos da mãe
Mais os gajos da Brisa, de vento em popa, a encher o baú, com golpes baixos: não nos informam dos nossos direitos!
Sabia lá que se passava assim,
O desconhecimento da lei não aproveita a ninguém, o desconhecimento de como a contornar, também não.
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