Aurora, era o nome da minha professora, da primária,
Sorte minha, nunca fiei na Virgem: Acredito que o sol nasce, puro determinismo, todos os dias e para todos.
A Aurorinha nasceu com o rabo virado para a lua, era doente do meu pai; hoje, é minha doente, crê em mim mas queria melhor, ao velho: o sol não nasce para todos, Aurora...
Os milagres desaparecem em Fátima, as Auroras são da Terra,
O Vasco acordou para a vida, e com a Aurora; entrou com o pé direito e com a professora (Aurora) à perna, as coincidências existem,
- Não há milagres, Vasco!,
Não fazes farinha, fia-te na virgem e ficas para tio, estás cada vez mais igual ao teu tio Paulo, Pai, achas mesmo que não me vai dar boa nota?!
- Ela já disse que te conhece.
Vais longe, Vasco: entraste no primeiro ano com a escola toda!
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