Cheguei ao caos da Puente Colgante, aos gritos dos Village, é People a mais,
O Vasco tem razão.
O Guggenheim,
Nada a ver, e não é bem assim, descobre as mil diferenças para o de Nova Iorque, mesmo se lá tivesse ido uma vez: não é o caso, é comparar o ferro, de cimento(,) mal parido da Juan de Graav com o Flatiron. Foi feito depois e, depois, feito à pressa:
Não é o caso do Guggenheim, pouco diferente e atrás da Philharmonic, de L.A., mesmo se lá fui mais do que uma vez: tão diferentes, e tão iguais, como o violino de Braque e as garrafas de Picasso, sem os copos.
A Escola de Paris,
Os miúdos preferiram a nua, ao nu de Modigliani, e esta geração não está perdida: têm a escola toda,
O que riram:
E eu, troco a irmã do Duchamp, pela Mona Lisa, em pêlo e de bigode!
Descemos o nível, o Simão fez das suas: espetou a impressão digital nas Sombras(,) do Warhol e são muitas, tão diferentes e tão iguais como o prédio mal amanhado da calle de Graav e o Flatiron,
Nada de grave, metesse a unha e tinham sarna para se coçar!,
Nada a ver, basta subir a La Reinera: está visto!
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